quinta-feira, 23 de julho de 2015

AS SETE LEIS HERMÉTICAS





1 – A LEI DO MENTALISMO

“O Todo é Mente; o Universo é mental.” (O Caibalion)

O universo funciona como um grande pensamento divino. É a mente de um Ser Superior que “pensa” e assim, tudo existe. É o Todo. Toda a criação principiou como uma idéia da mente divina que continuaria a viver, a mover-se e a ter seu ser na divina consciência.

O Universo e toda a matéria são como os neurônios de uma grande mente, um universo consciente e que “pensa”. Todo o conhecimento flui e reflui de nossa mente, já que estamos ligados a uma mente divina que contém todo o conhecimento.

2 – A LEI DA CORRESPONDÊNCIA

“O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima” (O Caibalion)

Essa lei nos lembra que vivemos em mais que um mundo.

Vivemos nas coordenadas do espaço físico, mas também vivemos em um mundo sem espaço e sem tempo.

A perspectiva muda de acordo com o referencial. A perspectiva da Terra normalmente nos impede de enxergar outros domínios acima e abaixo de nós. A nossa atenção está tão concentrada no microcosmo que não nos percebemos o imenso macrocosmo à nossa volta.

O principio de correspondência diz-nos que o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo e vice-versa. Portanto podemos aprender as grandes verdades do cosmo observando como elas se manifestam em nossas próprias vidas.

Por isso estudamos o universo: para aprender mais sobre nós mesmos. Na menor partícula existe toda a informação do Universo.

3 – A LEI DA VIBRAÇÃO

“Nada está parado, tudo se move, tudo vibra”.

No universo todo movimento é vibratório. O todo se manifesta por esse princípio. Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. Das galáxias às partículas sub-atômicas, tudo é movimento.

Todos os objetos materiais são feitos de átomos e a enorme variedade de estruturas moleculares não é rígida ou imóvel, mas oscila de acordo com as temperaturas e com harmonia.

Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. Das galáxias às partículas sub-atômicas, tudo está em movimento.

A matéria não é passiva ou inerte, como nos pode parecer a nível material, mas cheia de movimento e ritmo.

4 – A LEI DA POLARIDADE

“Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados”
(O Caibalion)

A polaridade revela a dualidade, os opostos representam a chave de poder no sistema hermético. Mais do que isso, tudo é dual, os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Tudo se torna idêntico em natureza.

O pólo positivo (+) e o negativo (-) da corrente elétrica são uma mera convenção. Energia negativa (-) é tão “boa” ou “má” quanto energia positiva (+).

Amor e o ódio são simplesmente manifestações de uma mesma coisa, diferentes graus de um sentimento.

5 – A LEI DO RITMO

“Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação”.

Pode se dizer que o princípio é manifestado pela criação e pela destruição. É o ritmo da ascensão e da queda, da conversão de energia cinética para potencial e da energia potencial para energia cinética. Os opostos se movem em círculos.

É a expansão até chegar o ponto máximo, e depois que atingir sua maior força, se torna massa inerte, recomeçando novamente um novo ciclo, dessa vez em um sentido inverso.

Tudo está em movimento, a realidade compõe-se de opostos. A lei do ritmo assegura que cada ciclo busque sua complementação. As coisas avançam e recuam, sobem e descem. Mas também giram em círculos e em espirais ascendentes e descendentes.

6 – A LEI DO GÊNERO

“O Gênero está em tudo: tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, o gênero se manifesta em todos os planos da criação”.

Os princípios de atração e repulsão não existem por si só, mas somente um dependendo do outro. Tudo tem um componente masculino e um feminino independente do gênero físico. Nada é 100% masculino ou feminino, mas sim um balanceamento desses gêneros.

Existe uma energia receptiva feminina e uma energia projetiva masculina, a que os chineses chamavam de “ying” e de “yang”. Nenhum dos dois pólos é capaz de criar sem o outro. É a manifestação do desejo materno com o desejo paterno.

É uma importante aplicação da lei da polaridade. É semelhante ao principio animas – animus de Carl Jung ou seja, que cada pessoa contém aspectos masculinos e femininos, independente do seu gênero físico. Nenhum ser humano é 100% masculino ou 100% feminino.

7 – A LEI DE CAUSA E EFEITO

“Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei”.

Nada acontece por acaso, pois não existe o acaso, já que acaso é simplesmente um termo dado a um fenômeno existente e do qual não conhecemos a origem, ou seja, não reconhecemos nele a Lei à qual se aplica.

Para todo efeito existe uma causa, e que toda causa é, por sua vez, um efeito de alguma outra causa.

Esse princípio é um dos mais polêmicos, pois também implica no fato de sermos responsáveis por todos os nossos atos.

No entanto, esse princípio é aceito por todas as filosofias de pensamento, desde a antiguidade. Também é conhecido como karma.

Pesquisadores encontram restos de crânio com mais de 400 mil anos


A equipe de pesquisadores do sítio arqueológico da cidade de Atapuerca, na Espanha, localizou vários restos de crânio de hominídeo cuja antiguidade é calculada em aproximadamente 430 mil anos.
 
Um dos diretores das escavações, Juan Luis Arsuaga, explicou nesta quarta-feira que parte dos fragmentos servirão para completar alguns dos 17 crânios "que estão sendo montados" com os achados dos últimos anos nessa mesma região.
 
Assista: http://www.msn.com/pt-br/noticias/videos/pesquisadores-encontram-restos-de-crânio-de-hominídeo-de-mais-de-400-mil-anos/vi-AAdlsVU?ocid=mailsignout

terça-feira, 21 de julho de 2015

FOX NEWS AVISA: UM MEGATERREMOTO DESTRUIRÁ A COSTA DO PACÍFICO NOS EUA


Programa “Shepard Smith Reporting” emitido pela Fox News alertando para um iminente megaterremoto de 9.2 na escala Richter que destruiria a costa do Pacífico nos EUA.





O apresentador pede que as pessoas deixem a região e se preparem para o megaterremoto e tsunami, que segundo os cientistas, não é uma questão de “se”, mas de “quando” ocorrerão.

 A fonte da informação utilizada pelo programa é um extenso artigo titulado “The Really Big One“, publicado em 20-07-2015 pelo site The New Yorker, que em seu conteúdo, cita um relatório oficial da FEMA. No relatório consta que tudo a oeste dos EUA será destruído pelo sismo e em seguida por um grande tsunami.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Deagel.com - Uma incógnita na Informação do planeta


Muita atenção aos dados que mostraremos abaixo, porque são os mais suspeitos e preocupantes.   Evidentemente, não devem ser tomados como dados conclusivos, nem tão pouco devem ser considerados como uma previsão séria e confiável sobre o futuro.

Sejamos prudentes, pois deve ter algum tipo de explicação ou deve se tratar de algum tipo de erro (pelo menos é o que queremos acreditar).

No entanto, são tão extraordinariamente chamativos que merecem um artigo, nem que seja por curiosidade.

Estes dados foram extraídos de uma página norte-americana chamada Deagol.com.

Esta página se dedica, principalmente, a oferecer arquivos e dados estatísticas a nível mundial sobre aviação civil e militar, armamento e exércitos, mísseis e munição, tecnologia militar e aeroespacial e outros dados estratégicos e econômicos.

Nesta página podemos encontrar desde as últimas notícias referentes a aquisição de jatos particulares classificados por países e modelos, até os últimos modelos de submarinos nucleares usados em diferentes países do planeta.



Podemos deduzir que esta página deve trabalhar com fontes de dados bastante confiáveis.

Mais informações sobre a página Deagel.com neste artigo: El Robot Pescador: El misterio de deagel.com

No entanto, entre os dados que controlam nesta página, há uma parte que oferece dados econômicos e demográficos de praticamente todos os países do mundo.

Especificamente, nos oferece dados referentes a sua população atual, seu orçamento militar, sua renda per capita, seu Produto Interno Bruto (PIB), entre outros.



Até aí, tudo normal.

O que é mais preocupante, são as previsões que a página realiza para o ano de 2025 no que se refere a todos estes dados.

Para cada país, a Deagel.com realiza uma previsão estimada de seu nível de população, sua renda per capita e seu Produto Interno Bruto previstos para o ano de 2025.

E os resultados são tão surpreendentes quanto aterroradores.

Vejamos alguns exemplo.

Segundo a Deagel.com, a Índia atualmente, (dados do ano de 2013), dispõe de uma população de 1,2 bilhões de pessoas, um PIB de 1,8 bilhões de dólares e um orçamento militar de 43 bilhões de dólares. Para o ano de 2025, a Deagel prevê que a Índia terá uma população de 1,4 bilhão de habitantes, um PIB de 4,3 bilhões de dólares e um orçamento militar de 105 bilhões de dólares.

Como podemos ver, os dados referentes a esta previsão são os previstos e normais para um enorme país em vias de desenvolvimento.

O mesmo podemos dizer de países como a China, que atualmente possui uma população de 1,4 bilhões de pessoas e a Deagel prevê que será mantida a mesma quantidade para o ano de 2025. Em relação ao seu PIB, a Deagel prevê que passará dos 8,9 bilhões de dólares atuais para 15 bilhões em 2025, um aumento descomunal, mas lógico.

Como podemos deduzir, todos estes são dados nada surpreendentes: as populações aumentam ou se estabilizam e os Produtos Internos Brutos também crescem, de acordo com o nível de desenvolvimento dos países.

Mas o que acontece com as previsões referentes a países como os EUA ou outros países da União Europeia?

As previsões são tão incríveis e assustadoras que parece mentira que alguém se atreva a publicá-las!

Por mais que demos voltas, não podemos conceber o que pretendem significar.

Muita atenção.

Segundo este site, os EUA atualmente possui uma população de 326 milhões de habitantes e um PIB de 17 trilhões de dólares.

Em 2025, a Deagel prevê que os EUA terão somente 69 milhões de habitantes e um PIB de 921 bilhões de dólares!

Alguém pode explicar estes dados?

Estão prevendo, nada mais nada menos, que os EUA perderão 257 milhões de habitantes em 11 anos! E o seu PIB se reduzirá a quase uma vigésima parte da atual!

São dados sensivelmente apocalípticos.

Alguém poderia pensar que se trata de um erro ao publicar os dados.

Mas quando revisamos as previsões para os outros países, descobrimos que os EUA não é o único país que segundo a Deagel.com, perderia a maior parte de sua população e de sua riqueza.

Atenção aos dados da Espanha:

Atualmente, possui 47 milhões de habitantes e um PIB de 1,4 trilhões de dólares. No entanto, para o ano de 2025, prevê uma população de 26 milhões de habitantes e um PIB de 493 bilhões de dólares.

Alguém pode explicar como a Espanha vai perder 21 milhões de habitantes em 10 anos? Onde se supõe que terão ido essas pessoas?

E não é o único país da Europa que sofrerá uma aterradora queda da população e PIB.

Segundo as previsões da Deagel.com, a Grécia perderá quase toda a sua população, passando de 11 milhões atuais para 2,9 milhões. A destruição completa do país....

Portugal passará e 11 milhões para 6,8 milhões.

A Itália perderá 19 milhões de habitantes, passando de 61 milhões para 42 milhões, assim como mais da metade de seu PIB.

A França perderá 28 milhões de habitantes e mais da metade de seu PIB.

O Reino Unido perderá 31 milhões de habitantes e seu PIB será reduzido a uma quinta parte.

A Irlanda seria praticamente reduzida pela metade, passando de 4,8 milhões para 2,7 milhões e seu PIB reduzido a 30% do atual, aproximadamente.

Inclusive os países escandinavos sofrem quedas incompreensíveis de população e PIB, segundo esta página.

Por exemplo, a Suécia passaria dos 9,7 milhões de habitantes para 3,5 milhões...

Noruega, de 5,1 milhões para 1,9 milhões…

Inclusive países como a Islândia passarão do 315.000 habitantes para 120.000, uma terça parte.

No entanto, outro país escandinavo, a Finlândia, tem um comportamento ligeiramente diferente: passaria dos 5,3 milhões de habitantes para 4 milhões e somente reduziria seu PIB pela metade.

No centro da Europa é onde encontramos as previsões mais estranhas.

Por exemplo, para a Holanda é previsto uma queda pela metade, passando de 27 milhões de habitantes para 9,1 milhões.

No entanto, a Bélgica, um país vizinho, perderia somente 1,7 milhões de habitantes, passado de 10 milhões para 8,3 e seu PIB se reduziria a somente 61% do atual.

Em contrapartida, a Alemanha iria sair quase ilesa de tudo isto: perdia somente 2 milhões de habitantes e somente teria queda até os 71% de seu PIB atual (dados por si devastadores se não fossem comparados com as previsões apocalípticas dos demais países).



A curiosa tela que nos oferece a página quando consultamos os dados da Alemanha...
Inclusive países tão intocáveis e "perfeitos" como a Suíça será praticamente anulada do mapa, passando dos 8 milhões de habitantes atuais para somente 2,8 milhões e com uma monstruosa redução do PIB dos 646 trilhões de dólares atuais para 80 bilhões... a aniquilação completa do país dos banqueiros...

No entanto, a Europa Oriental parece ficar praticamente intacta.

A República Checa: perderia 1 milhão de habitantes e 14% do PIB.

A Polônia mantem os seus 38 milhões de habitantes e seu PIB continua praticamente igual.

A Hungria quase não experimenta mudanças de população mas, no entanto, aumenta o seu PIB em 46 bilhões de dólares.

E algo semelhante acontece na Romênia.

No que se baseiam estas estranhíssimas previsões? De onde saem estes dados?

Como se atrevem a publicar semelhante "disparates" sem temer que sua reputação seja prejudicada?

Mas vamos mais longe.

O que aconteceria com a Rússia segundo estas previsões?

Segundo os dados, a Rússia perderia apenas 8 milhões de habitantes e aumentaria seu PIB de 2,1 trilhões de dólares para 3,3 trilhões de dólares.

Um país que melhoraria notavelmente, como a China e a Índia em um claro contraste com os dados apocalípticos dos EUA e Europa Ocidental.

Inclusive outros países anglo-saxões e aliados à OTAN sofrerão um destino terrível segundo estas previsões.

A Austrália perderia 10 milhões de habitantes, passando de 22 milhões para 12 milhões e sofrendo uma espantosa queda de seu PIB de 1,5 trilhões de dólares para 199 bilhões em dez anos! Isso é praticamente o mundo pós apocalíptico do filme Mad Max...

Tudo isso chama poderosamente a atenção. Recordamos que se trata de uma página norte-americana, presumidamente respeitável...

No entanto, haverá regiões inteiras que permanecerão intactas diante de tanta "previsão apocalíptica", como por exemplo, toda a América Latina. Todos eles com ligeiros aumentos de população e notáveis aumentos do PIB e riqueza de suas populações.






Chile

Brasil

Mas o mais surpreendente é o contraste entre as previsões para a Europa Ocidental e EUA com a de alguns países africanos, atualmente atingidos pela pandemia.

Serra Leoa, atualmente castigada pelo Ebola seguiria aproximadamente em seus níveis atuais, com variações muito pequenas.

O mesmo podemos dizer da Libéria, que inclusive desfrutaria de um notável aumento de seu PIB em 50%.

Senegal dobraria o seu PIB e manteria sua população.

A África do Sul teria um um magnífico futuro, segundo os dados destas previsões, perderiam somente 2 milhões de habitantes e aumentando o seu PIB de 354 bilhões de dólares para 631 bilhões...

E países como o Quênia se manteriam em limites similares aos atuais...

E o que prevê estes dados para regiões conflitantes como o Oriente Médio?

Pois, mais surpresas...

Israel perderia quase metade de sua população e seu PIB seria reduzido a 25% do atual.

No entanto, a Síria, um país atualmente destruído pela guerra, manteria a sua população intacta e aumentaria o seu PIB em 50%.

Há algum sentido?

O país vizinho, Turquia, aumentaria em 8 milhões de habitantes e experimentaria um aumento muito notável de seu PIB, passando de 822 bilhões para 1,3 trilhões...

E não são os únicos contrastes deste tipo que podemos encontrar por toda a região.

A Arábia Saudita perderia metade de sua riqueza e manteria seu nível atual de população.

Enquanto o Irã cresceria minimamente em população, mas dispararia seu PIB em quase o dobro do atual...

E em contraste, algumas monarquias do Golfo Pérsico, seriam reduzidas a praticamente nada...

Os Emirados Árabes seriam reduzidos minimamente, com uma queda do PIB de até 10% do atual...

E o Qatar com registros semelhantes...

Há alguma razão lógica para tudo isto?

Estavam bêbados os responsáveis destas previsões?

Ou há algo oculto nisso tudo que não sabemos?

Se trata de uma piada?

A página foi hackeada?

Ninguém em seu perfeito juízo e que pretenda manter um mínimo de credibilidade pode realizar previsões deste tipo e não entendemos o porque de uma página que parece ser "séria" como a Daegel.com lançar uma publicação de dados como estes.

O mais provável é que tudo isto não seja mais do que uma provocação...

Mas não exageramos se afirmarmos que todos estes dados parecem ser os posteriores a uma guerra mundial, na qual a Europa Ocidental, EUA e Austrália (países da OTAN) seriam praticamente destruídos.

E cabe destacar que segundo as mesmas previsões, a população mundial para o ano de 2025 se reduziria em 200 milhões de habitantes em relação a atual... algo inédito à luz dos atuais níveis de crescimento da população.

Estes dados nos oferecem um futuro sem os EUA, com a Europa Ocidental destruída (incluindo a Espanha) e com uma China convertida em 25% do total do PIB mundial.

Seria o desenvolvimento de uma Nova Ordem Mundial... não?

Population: População / GDP: Produto Interno Bruto (PIB) / Mil. Exp.: Orçamento Militar Anual / PPP: Paridade do Poder de Compra (PPC) ou Paridade do Poder Aquisitivo (PPA). Os números de baixo representam os dados atuais e os números de cima, a previsão para o ano de 2025.

O gráfico nos mostra os países que mais perderiam populações entre agora e 2025 (Big Losers) e os que mais ganhariam habitantes (Big Winners)

As empresas farmacêuticas bloqueiam medicamentos que curam, porque não são rentáveis, diz o Nobel da Medicina!


O Premio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes farmacêuticas dentro do sistema capitalista, preferindo os benefícios económicos à saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.

Richard J. Roberts: "É habitual que as farmacêuticas estejam interessadas em investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores". Foto de Wally Hartshorn

Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos. Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prémio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada. Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.

A investigação pode ser planejada?

Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pelas Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projetos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.

Parece uma boa política.

Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada ...

E não é assim?

Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.

Como nasceu?

A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.

Uma aventura.

Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o cancro em 1971.

Foi cientificamente produtivo?

Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha directamente contra o cancro, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.

O que descobriu?

Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de introns no DNA eucariótico e o mecanismo de gen splicing(manipulação genética).

Para que serviu?

Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indirecta com o cancro.

Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?

É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é activo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espectacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de saúde... Eu tenho as minhas reservas.

Entendo.

A investigação sobre a saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.

Explique.

A indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais ...

Como qualquer outra indústria.

É que não é qualquer outra indústria: nós estamos a falar sobre a nossa saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.

Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.

Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.

Por exemplo...

Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença ...

E por que pararam de investigar?

Porque as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.

É uma acusação grave.

Mas é habitual que as farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.

Há dividendos que matam.

É por isso que lhe dizia que a saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.

Um exemplo de tais abusos?

Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está a surgir novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.

Não fala sobre o Terceiro Mundo?

Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.

Os políticos não intervêm?

Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.

Há de tudo.

Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…


Fonte:  La Vanguardia. Retirado de Outra Política

Tradução de Ana Bárbara Pedrosa para o Esquerda.net

sexta-feira, 29 de maio de 2015

terça-feira, 5 de maio de 2015

Parte da Índia deslizou até três metros sob a placa do Nepal



Uma parte da Índia deslizou até três metros sob a placa do Nepal em poucos segundos durante o devastador terremoto de intensidade 7,9 na escala de Richter que afetou essa zona do sub-continente, segundo afirmou um geólogo estadunidense. 
 
 


“O terremoto do passado sábado afetou uma área entre 1.600 a 3.200 quilômetros quadrados, uma zona que vai desde a cidade de Katmandú até Pokhara numa direção e inclui quase todo a largura das montanhas do Himalaia na outra”, assinalou Colin Stark, professor associado de investigação no Observatório da Terra Lamont-Doherty da Universidade de Columbia (EUA). Assim o informa o rotativo indiano ‘The Economic Times‘.

“Em poucos segundos uma parte da Índia se deslocou até três metros ao norte, por baixo do Nepal“, afirmou Stark.

“A rocha (nós a chamamos ‘crosta’ ou, de maneira mais precisa, ‘litosfera’) debaixo de Bihar [estado da Índia] se deslocou por baixo do Nepal ao longo de uma zona compreendida entre Bharatpur, Hetauda ​e Janakpur [todas elas cidades do Nepal]”, aclarou.

Justamente no lugar onde ocorreu o terremoto (uns 80 quilômetros ao noroeste da capital nepalense, Katmandú) a placa litosférica índica choca com a placa euroasiática a uma velocidade de 45 milímetros ao ano em direção norte-noreste. Este movimento de placas tectônicas provoca que aumente a altura da cordilheira do Himalaia.

Fonte: RT

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Radiação de Fukushima encontrada na costa canadense


A radiação produzida pela usina nuclear de Fukushima atingidaspelo tsunami no Japão foi confirmado ao largo da costa do Canadá, como a luta japonesa para conter um número de vazamentos. Os níveis, no entanto, são baixos demais para representar uma ameaça, conforme dizem os cientistas.
 
Vista áerea da usina de Fukushima, em foto de arquivo feita no dia 20 de agosto, mostra os tanques com água contaminada na parte inferior da imagem. (Foto: Kyodo/Arquivo/Reuters)

Vestígios de césio-134 e césio-137 foram descobertos em amostras coletadas em 19 de fevereiro nas águas perto de Vancouver Island, em British Columbia, de acordo com Woods Hole Oceanographic Institution cientista Ken Buesseler.

"A radioatividade pode ser perigosa, e nós devemos estar monitorando cuidadosamente os oceanos, após o que é certamente o maior liberação acidental de contaminantes radioativos para os oceanos da história", uma declaração do instituto de ler.

Mas eles insistiram que a vida marinha e humana permanecerá incólume, como os níveis são extremamente baixos: Tão baixa que um raio-X odontológico iria expor uma pessoa a 1.000 vezes mais radiação do que nadar ao largo da costa de Vancouver todos os dias durante um ano inteiro.

Por outro lado, a radiação encontrados na costa de Fukushima, no rescaldo do mar 2011 catástrofe mostrou leituras de um milhão de vezes mais becquerel por metro quadrado do que os 5,8 Bequerel de césio-134 e 137 encontrados fora do Canadá.

Uma situação semelhante ao relatório do Woods Hole surgiu no ano passado, 161 km (100 milhas) ao largo da costa do norte da Califórnia. Leituras não mostram um avanço em direção ao resto nos EUA desde então.

No entanto, os cientistas precisam estar à procura constantemente: Buesseler acrescenta que "prever a propagação de radiação se torna mais complexo o mais perto que ele chegue à costa."

Quatro anos atrás, vi um tsunami catastrófico terremoto e bater o norte litoral japonês de Tóquio, desencadeando uma série de eventos catastróficos que envolveram vazamentos nucleares triplos e deslocadas mais de 160.000 moradores da região circundante. Pior desastre nuclear do mundo desde Chernobyl, em 1986, as suas consequências ameaçam levar décadas para se desfazer, como não só o ar, mas os meios de subsistência das pessoas estão sofrendo.

Uma série de vazamentos radioativos e outras dificuldades de engenharia têm atormentado desde a usina Fukushima Daiichi, com o governo e planta operador Tokyo Electric Power Company (TEPCO) lutando para conter a radiação com enormes quantias de dinheiro e engenhosidade técnica, embora com graus variados de sucesso.

Gestão da situação já foi igualmente marcada por percalços e revelações escandalosas que colocaram um dente sério em reputação da TEPCO. Operador da usina anunciou há uma semana seus planos para divulgar todos os dados sobre os níveis de radiação registrados no local em resposta a críticas crescentes sobre a sua falta de transparência.

Algumas situações envolvidas negligência pura e simples e mais serviu para minar a confiança do público. No final de fevereiro a empresa admitiu toconcealing um vazamento radioativo por 10 meses, citando uma investigação em curso. Pescadores foram deixados em "choque" como TEPCO, sem conhecer a verdadeira dimensão do problema, optou por não informar ninguém. O operador geralmente depende deles da permissão para despejar todos os materiais radioativos na água.

TEPCO, que tem sido acusada de gastar bilhões de ienes dos contribuintes sobre as iniciativas fracassadas para conter a radiação, também anunciou recentemente um plano para construir uma cadeia de 400 km de diques para afastar quaisquer futuros desastres naturais. Mas só isso vai custar um cool $ 6,8 bilhões, e não há como dizer o que ele poderia causar danos à vida marinha.

“DEVEMOS FAZER TODOS OS ESFORÇOS PARA DESPOVOAR O PLANETA”, AFIRMA OFICIAL DA ONU PARA ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS


Funcionários na ONU estão empurrando a ideia de que a população humana deve ser reduzida, a fim de lutar eficazmente contra a "mudança climática".



A ideia de longa data tem sido continuamente empurrada por Christiana Figueres, a Secretária Executiva da Convenção do Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCC).
 
Em 2013, Figueres teve uma conversa com o fundador da Climate One, Greg Dalton sobre "as taxas de fertilidade na população", como um contribuinte para as mudanças climáticas.
 
Os comentários são feitos em 4,20 em vídeo a seguir:



"Uma questão relacionada é as taxas de fertilidade na população." Dalton opinou. "Um monte de pessoas nos círculos de energia e ambientais não quero ir perto desse porque é politicamente carregada. Não é a sua emissão. ", Acrescentou.

"Mas não é verdade que parar o aumento da população seria uma das maiores alavancas para dirigir o aumento de gases de efeito estufa?", Perguntou Dalton.


"Obviamente, menos pessoas exerceriam menos pressão sobre os recursos naturais", respondeu Figueres, também observando que as estimativas sugerem que a população da Terra subirá para nove bilhões até 2050.

Dalton então questionou se este quadro poderia de alguma forma, ser parado ou interrompido.

"Então, nove milhões não é uma conclusão precipitada? Isso está sendo cozinhado aos poucos e não há maneira de mudar isso? ", Ele perguntou Figueres.

"Há uma pressão no sistema para ir em direção a isso; podemos mudar definitivamente esta situação, né? Nós podemos mudar definitivamente esses números ", disse Figueres em resposta.

"Realmente, devemos fazer todos os esforços para mudar esses números porque já estamos, hoje, já superou a capacidade de suporte planetário que o planeta pode receber." Ela também alegou.

"Então, sim, devemos fazer todo o possível. Mas não podemos cair na opinião muito simplista de dizer apenas por cercear população, então nós resolvemos o problema. Não é e / ou, se trata de um e / também. "Também disse que o funcionário da ONU.

Clima One é um fórum de assuntos públicos, que defende a ação extrema para combater as mudanças climáticas. É um ramo da Commonwealth Club of California com sede em São Francisco, essencialmente um lugar de conversação visitada regularmente por chefes de governo e de negócios corporativos.

Figueres não é uma estranha em declarações polêmicas quando se trata de mudanças climáticas. O funcionário da ONU descreve previamente o objetivo da UNFCC como "uma completa transformação da estrutura econômica do mundo."

Ela também tem dito repetidamente que uma ditadura comunista ao estilo chinês é mais adequado do que o sistema constitucional dos EUA para combater o "aquecimento global".

Figueres disse à Bloomberg News no ano passado que o governo chinês (que continua a valer abortos forçados, infanticídios e esterilização obrigatória) está "fazendo a coisa certa" quando se trata de mudanças climáticas, apesar da China ser de longe o maior emissor de gases de efeito estufa.

Figueres observou que a divisão partidária no Congresso dos EUA é "muito prejudicial" para a aprovação de legislação relacionada com o clima, enquanto o Partido Comunista Chinês, define políticas por decreto. o Presidente Obama concorda claramente uma vez que ele continua a contornar o Congresso pela emissão de ordens executivas sobre a mudança climática.

Como o Infowars observou continuamente, há uma falha fundamental em associar as mudanças climáticas com superpopulação.

Populações dos países desenvolvidos estão em declínio e apenas os países do terceiro mundo estão expandindo dramaticamente. A própria industrialização nivela as tendências da população e até mesmo apesar de esses modelos população mundial rotineiramente mostram que a população da Terra irá se estabilizar em 9 bilhões em 2050 e declinar lentamente depois disso. A população dos países mais desenvolvidos permanecerá praticamente inalterada em 1,2 bilhões até 2050," afirma um relatório das Nações Unidas . O apoio da ONU para as políticas de despovoamento está em contradição direta com as suas próprias conclusões.

Uma vez que um país industrializado, há uma taxa média de 1,6 crianças por família, conclui-se que a população do mundo ocidental realmente está em declínio. Essa tendência também foi observada em áreas da Ásia, como Japão e Coréia do Sul. A ONU já declarou que a população atingirá um pico de 9 bilhões e, em seguida, começar a diminuir.

Além disso, como destaca o economista, as taxas de fertilidade globais estão caindo.

Estes ambientalistas radicais estão empurrando ações de desindustrialização no mundo, em face da chamada ameaça de carbono, isso vai inverter a tendência que, naturalmente, reduz a quantidade de filhos que as pessoas têm. Se os fanáticos da mudança climática estão autorizados a implementar as suas políticas, a população mundial continuará a aumentar, e a superpopulação pode tornar-se um problema real - este é um outro exemplo de como a histeria do aquecimento global realmente prejudica o meio ambiente a longo prazo da Terra, impedindo países em desenvolvimento superpovoados, diminuir naturalmente os seus níveis de natalidade.

Mesmo se você agir como advogado do diabo e aceitar que os seres humanos são os causadores do aquecimento catastrófico, e se você fingir que não se tratam de políticas de controle populacional e de despovoamento com conotações de eugenia, esses métodos não são fundamentalmente uma solução válida para a percepção da "ameaça" da mudança climática.

A verdadeira solução seria para ajudar a aumentar o nível de vida dos pobres do terceiro mundo, permitindo que esses países se industrializem, e vendo os números da população naturalmente nivelados.

Em vez disso, o terceiro mundo tem visto uma duplicação dos preços dos alimentos devido a políticas de mudanças climáticas, como a transformação de enormes áreas de terras agrícolas para o crescimento dos biocombustíveis.

Além disso, a legislação climática tem continuamente empurrado para o mundo desenvolvido assumir um fardo menos pesado do que o previsto, e a exigir mais dos países mais pobres, sendo que quaisquer outros cortes nas emissões de CO2 irão paralisar ainda mais suas economias frágeis e as pessoas atingidas pela pobreza.

A legislação anterior, como o acordo de Copenhague, permitiu que as pessoas nos países desenvolvidos a emitir duas vezes mais carbono per capita do que os países mais pobres, que não têm causado o aumento das emissões, disseram que somos uma ameaça à existência no planeta. As revelações levaram líderes do terceiro mundo para acusar o mundo desenvolvido de "colonialismo clima".

Vinculação política ambiental para agendas de despovoamento abrem a porta para a eugenia e não é nenhuma surpresa que por aquela porta vieram derramando hordas de sujeira elitista apenas implorando para estar na linha de frente da política de extermínio.

Um exemplo é baseada no Reino Unido nos grupo de políticas públicas A Optimum Population Trust (OPT), que já havia lançado iniciativas que incitam membros ricos do mundo desenvolvido para participar de compensações de carbono que financiam programas para reduzir a população de países em desenvolvimento.

Em 2007, o grupo também publicou um relatório anunciando que as crianças são "ruins para o planeta" e "ter grandes famílias deve ser algo reprovável como um delito ambiental da mesma forma como vôos freqüentes de longa distância, dirigindo um carro grande e não reutilizar sacos plásticos.

O mesmo ponto de falar foi reiterado repetidas vezes pelo grupo público políticos e ambientalistas , bem como os mais influentes cientistas no governo dos EUA .

Embora você possa pensar que estas idéias de esterilização e despovoamento nunca poderiam ser aceitas pelo público, esses mesmos conceitos estão agora a ser abraçado e popularizado por alguns como o caminho a seguir para a humanidade.

O chefe do painel de mudanças climáticas da ONU está fornecendo uma plataforma, e em alguns casos, empurrando ativamente para uma política aplicada por uma ditadura que persegue mães que estão grávidas do seu segundo filho, sequestra-las na rua e leva-las para um hospital controlado pelo governo, onde são drogados e seu bebê é morto - tudo em nome de salvar o planeta.

Tradução: Site Libertar
Via: Infowar

domingo, 8 de março de 2015

Instituto dos EUA divulga documentos sigilosos sobre ESQUELETOS HUMANOS GIGANTES


Uma decisão da Corte Suprema dos EUA pediu que o Instituto Smithsoniano tornasse públicos documentos do final do século XIX e início do XX relacionados à descoberta de esqueletos de humanos gigantes. Acredita-se que o Instituto tenha, inicialmente, ocultado e, depois, destruído os fósseis remanescentes desses seres, com a suposta finalidade de preservar a ideia convencional da evolução humana.






Os arquivos abertos mencionam a existência de antigos corpos humanos com mais de dois metros e meio de altura. Um dos textos, escrito em 1894 por pesquisadores da Oficina de Etnologia do Instituto Smithsoniano, descreve:

“Debaixo de uma camada de conchas (...) descansando sobre a superfície natural da Terra, havia um grande esqueleto em posição horizontal em toda sua extensão (...). O comprimento da base do crânio aos ossos dos dedos dos pés era de dois metros e meio. É provável, portanto, que esse indivíduo, quando vivo, chegasse a quase 2,70 metros de altura”.

A respeito disso, as autoridades do Instituto negaram qualquer tipo de envolvimento com esses esqueletos, o que acabou gerando várias teorias conspiratórias, muitas das quais apontam para uma ocultação inescrupulosa da existência de seres humanos gigantes no passado de nossa civilização.