sábado, 24 de novembro de 2012

Alerta no Chile: Terremoto e Tsunami a qualquer momento?



O diretor da estatal Oficina Nacional de Emergências (Onemi) do Chile, Benjamín Chacana, disse hoje que é previsível um sismo de grande magnitude perante a onda de tremores que nas últimas horas sacudiram a zona centro e sul do país e alertou a “estar preparados” frente a essa contingência.

“Não se descarta que possa ocorrer um terremoto de maior intensidade, mas isto também é uma realidade de todo o país”, disse Chacana.

O funcionário fez esta observação após encabeçar uma reunião com especialistas que abordaram a série de sismos que tiveram como comum denominador a localidade de Navidad, a uns 150 quilômetros ao sul de Santiago.

A atividade sísmica na zona gerou o “enxame” de 23 sismos de importância por sobre os 3,0 graus Richter, com três eventos de magnitudes 5,3; 5,6 e 5,2 graus Richter, em menos de 12 horas.

“Quero ser bem claro: Chile é um país sísmico e temos ficado expostos a grandes sismos em toda nossa história”, acrescentou o diretor de Onemi. “O alerta é para estar preparados”, insistiu.

Na reunião desta quinta-feira participaram especialistas do Serviço Sismológico da Universidade do Chile, encabeçados por seu diretor Sérgio Barrientos. O sismólogo tampouco descartou a ocorrência de um grande evento baseado em precedentes históricos.

“Com antecipação ao terremoto de 1985 ocorreu uma sequência de tremores na zona de San Antônio, portanto, não se pode descartar a ocorrência de um possível terremoto o um sismo de magnitude um pouco maior”, disse Barrientos.

Outros especialistas presentes na reunião realçaram que as características dos sismos também fazem presumir que possam ter sua origem em réplicas do terremoto de 8,8 graus Richter de fevereiro de 2010, que deixou ao menos 500 de mortos.

Preocupação
Um grupo de sismólogos investigava uma sequência de tremores, dois deles superiores a 5 graus na escala Richter, que afetaram nas últimas semanas a localidade de Navidad, no centro do Chile.

Durante o mês de novembro se registraram na zona uns 35 sismos. O mais forte, ocorrido quarta-feira passada, foi de 6,1 graus e não deixou vítimas nem causou danos. Em outubro, no entanto, houve 30 sismos, de acordo com os dados do Serviço de Sismología da Universidade do Chile.

A localidade de Navidad, de uns 5.000 habitantes, é um povoado costeiro a uns 90 km ao sul de Santiago de Chile.

Outra das causas poderia ser “uma atividade precursora de um evento um pouco maior localizado mais ao norte”, disse Barrientos.

Por sua parte, Benjamín Chacana lembrou que Chile é altamente sísmico e que, apesar das hipóteses que possam lançar sobre os tremores, não se pode prever outro evento de maior magnitude, pelo qual o melhor é que o país esteja preparado.

Os habitantes de Navidad já estão se manifestado alarmados pela sequência de sismos que afetam sua região.

Fonte: Urgente24

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

True Outspeak - Olavo de Carvalho - 21 de novembro de 2012


Comunismo se espalhando, genocídio anti-cristão cultural e físico aumentando, PT mandando o PCC sentar a bala em todo mundo, FARC virando "partido político", Cachoeira sendo solto, Israel, Palestina, Síria, Irã, pegando fogo, Caos econômico e distúrbios contra a austeridade por toda Europa, O "GAC" discute em Dubai uma "Nova Ordem mundial e o "anfitrião" Klaus Schwab, diz: "O planeta mudará e precisará ser governado por único líder". Obama sendo comparado a Martin Luther King?

Assistam a tudo isso nesta aula providencial do Prof. Olavo




Publicado em 21/11/2012 por CanalMSM
Gravação do programa True Outspeak, de Olavo de Carvalho, transmitido em 21 de novembro de 2012.
http://www.midiasemmascara.org/true-outspeak.html

Geólogos alertam sobre MEGATERREMOTO na falha de Nova Madrid nos EUA


O norte do Alabama se encontra na zona de impacto da linha de falha de nova
Madrid, um gigante adormecido que é aproximadamente vinte vezes maior que
a famosa falha de San Andreas na Califórnia.

Geólogos alertam sobre a atividade sísmica que poderia desencadear um
megaterremoto.

O maior terremoto na história dos EUA passou na zona sísmica de Madrid em
1812, e nas últimas semanas, a linha de falha começou a apresentar sinais de
atividade. Um terremoto centrado no leste de Arkansas sacudiu os residentes
em vários estados a fins de outubro.

Um estudo recente realizado pela FEMA em 12 condados do Alabama como
código crítico, concluiu que o noroeste do Alabama é a área de maior risco
de um novo grande terremoto.

Geólogos e outros especialistas em previsão de terremotos avaliaram o
impacto potencial no Alabama em Noticias WHNT 19 informe especial produzido
pelo jornalista Nick Banaszak.




“Creio que a maioria das pessoas são conscientes de que os terremotos
podem ocorrer aqui, mas não posso lembrar a última vez que este lugar
sacudiu,” disse Gary Patterson, um geólogo do Centro de Investigação e
Informação de Terremoto em Memphis.

“Se ocorrer um terremoto da mesma magnitude na Califórnia e
outro aqui. O sismo daqui será dez a vinte vezes maior. Isso é incrível e
preocupante. Sabemos que os terremotos de 1811, 1812 formam sentidos
entre 1.000 e 1.200 quilômetros de distância.”

A zona sísmica de Madrid, às vezes chamada a New Line Fault Madrid,
é uma das principais zonas sísmica e uma fonte prolífica de terremotos
intraplaca (terremotos dentro de uma placa tectônica ) no sul e meio
oeste dos Estados Unidos , que se extende ao sudoeste de New Madrid,
Missouri.

Novos terremotos em Madrid podem ter o potencial para produzir grandes
terremotos no futuro.

Um megaterremoto na nova zona sísmica de Madrid poderia amenaçar
partes de sete estados dos Estados Unidos: Illinois, Indiana, Missouri,
Arkansas, Kentucky, Tennessee e Mississippi.

Visto em: 2012ultimasnoticias


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

OVNI cilíndrico paira sobre vulcão Ixtaccíhuatl, no México em 19/11/2012




19 de novembro de 2012 - Cinegrafista filma objeto voador não identificado e de formato cilindrico sobre o vulcão Ixtaccihuatl, no México. O canal que postou o vídeo no Youtube relatou:

"Impressionante vídeo de um objeto em grande altitude e cilíndrico sobre o vulcão Ixtaccihuatl na segunda-feira, dia 19 novembro de 2012, é possivelmente a única prova que precisavamos ver para saber que algo está acontecendo em torno de dois dos vulcões mais importantes do México.

É um objeto cilíndrico impressionante a uma grande altura, muito acima de onde os aviões passam, à luz do dia, sendo possível que muitas pessoas que estavam naquele momento no Ixtaccihuatl, fazendo cursos, praticando montanhismo e resgate, viram este objeto grande se movendo lentamente a uma grande altura acima dos vulcões do México.

O evento ocorreu cerca de 02:30 da tarde."


 

Fonte: Youtube CetroInvestigacion

CADÊ O SOL?



Texto do pesquisador Claudio Pontes:

"Caros Buscadores, por algum tempo o Sol DEIXOU DE EMITIR a frequência EUVI 195Aº, que é a frequência captada do Sol, pelo satélite Stereo Ahead.

Vejam nesta postagem na parte inferior a sequência das fotos tiradas pelo satélite as 11:05; 11:15 e 11:25 horas, nota-se que a foto das 11:15 (a do meio) não aparece o SOL, porém as estrelas ao fundo que ele encobriria aparecem, mostrando que não é defeito de imagem.




Quem quiser conferir na sequencia as três fotos ampliadas diretos do site do satélite é só clicar:

http://stereo.gsfc.nasa.gov/browse//2012/11/20/ahead/euvi/195/2048/20121120_110530_n7euA_195.jpg
http://stereo.gsfc.nasa.gov/browse//2012/11/20/ahead/euvi/195/2048/20121120_111530_n7euA_195.jpg

morgenstern2000

Observação de grande atividade de UFO's em torno do Sol no dia 19 de novembro de 2012




Uma grande movimentação de UFOS, jamais vista em torno do Sol, estariam lá por qual motivo?

Veja o Vídeo Abaixo:

                  


Fonte: myunhauzen74

Via http://ufosonline.blogspot.com.br/2012/11/observacao-de-maior-atividade-de-ufos.html

A xerife da educação brasileira


Amigos do Blog... esse é o resultado da educação e respeito ensinados pelos pais desta criança... desculpem mas precisamos expor essas víceras da ignorância da população em relação ao que o Estado lhe proporciona de retorno aos impostos pagos.



A mulher, aparentando uns 35 anos, a­jeita constantemente os óculos, entre doutoral e displicente, como se estivesse prestes a encarnar a Verdade, mas com sabedoria, sem imposição, mediante um convencimento despretensiosamente sedutor. O cenário revela uma nesga de estante em que livros esparsos perfilam entre motivos infantis. A primeira palavra que pronuncia é “gente”, como quem não quer nada, mas o vocativo informal não esconde o tom de pronunciamento ao mundo, motivado pelas redes sociais, que transformam em questão de Estado qualquer papo de botequim. Em seguida, ela explica que resolveu gravar o vídeo ao ver no Facebook a página de uma menina de 13 anos que fala dos problemas na escola pú­blica onde estuda e que se queixa dos colegas de classe por não apoiarem sua iniciativa de tentar melhorar a escola através das denúncias pela internet.

A mulher — que é designer gráfica e formada em artes plásticas pela USP — refere-se ao “Diário de Classe”, da estudante Isadora Faber, de Florianópolis, que virou a mais nova celebridade do país. Não cito o nome da mu­lher para poupá-la de si mes­ma, pois sua fala é constrangedora, tratando-se de uma pessoa adulta que se dirige a uma criança.

Neste vídeo-manifesto datado de 27 de agosto último, ela diz: “Isadora, as pessoas não entendem o que você faz porque para cada pessoa como você no mun­do, nascem 100 idiotas, que não têm um pingo de senso coletivo, que não sabem o que é se preocupar de forma saudável com o que está ao seu redor, com as pessoas, com o planeta que está sofrendo”. E acrescenta: “Elas não entendem o seu empenho, a sua preocupação, e eu acho que por você ter essa mente tão evoluída, essa mente tão bonita, tá fazendo uma coisa tão legal”. E enfatiza: “Super apoio a tua fanpage. Super apoio o que você está fazendo”.

Faço questão de reproduzir essa fala porque ela reflete o tom laudatório com que as redes sociais e os meios de comunicação acolheram o “Diário de Clas­se” desde a sua criação em 11 de julho último. “Eu Isadora Faber que tenho 13 anos, estou fazendo essa página sozinha, para mostrar a verdade sobre as escolas públicas. Quero melhor não só pra mim, mas pra todos”, diz a aluna da Escola Básica Mu­nicipal Maria Tomázia Coelho, localizada na Praia do Santinho, em Florianópolis.

A postagem de estreia traz uma foto com a se­guinte legenda: “Essa é a porta do ‘banheiro feminino’ da nossa escola que fica no santinho. Nem fechadura tem!!!” Outras fotos foram postadas no mesmo dia, mostrando um vaso sanitário sem tampa, dois bancos quebrados no refeitório, a fechadura desgastada do portão de entrada e a fiação precária do ventilador da sala onde a menina estuda. Um vídeo que mostra banheiros e corredores na hora da aula completa o primeiro dia do “Di­ário de Classe”.

Tribunal de professores
Não demorou muito para que o “Diário de Classe” se tornasse um sucesso na internet e sua autora virasse uma celebridade, sendo usada como exemplo do poder das redes sociais. Mas como sempre acontece com as glórias virtuais, o diário da menina só passou a existir de fato ao ser descoberto pelos jornais, rádios e televisões, ou seja, os meios de comunicação convencionais, o que deve ter sido facilitado pelo fato de os pais de Isadora Faber serem produtores de vídeo.

Numa postagem de 5 de agosto, menos de um mês após a criação da página, a menina, com um português precário, já anunciava textualmente: “E sim vamos dar um jeito de levar pra mídia mais (sic) precisamos da ajuda de vocês para deixar mais conhecido ainda, precisamos de publicidade antes, e mesmo que não consigamos mais do que já temos não vamos pensar em desistir de fazer justiça, quero ver qual é o vereador que vai prometer arrumar a escola e se ganhar, realmente vai cumprir os combinados, o que nunca aconteceu”.

Provavelmente, seus pais já estavam entrando em contato com a imprensa, pois, em 14 de agosto, na página 2 do “Diário Catarinense”, apareceu a seguinte nota: “Duas alunas da Escola Básica Mu­nicipal Maria Tomázia Coelho, da Praia do Santinho, em Floripa, criaram uma página no Facebook para mostrar problemas como fiação e maçanetas quebradas e também as melhorias feitas no colégio. O título é ‘Diário de Classe’. Acesse e confira”. 

Como se vê, ainda não havia nenhum fato para catapultar na imprensa o “Diário de Classe” (afinal não faltam vídeos no YouTube mostrando problemas muito mais graves em escolas, inclusive brigas de alunos), mesmo assim, o “Diário de Classe” foi noticiado na página 2 do maior jornal de Santa Catarina, da Rede RBS. Quem conhece a imprensa sabe que dificilmente se consegue uma nota em espaço nobre de jornal sem haver um fato que a justifique, a não ser tendo influência com algum editor.

Mas o “Diário de Classe” provavelmente cairia no es­quecimento caso se limitasse a denunciar maçanetas quebradas e ventiladores estragados. Em todo ambiente com grande movimento de pessoas é praticamente impossível manter tudo arrumado durante todo o tempo. Em qualquer escola pública do país, por mais bem-cuidada que seja, é sempre possível encontrar problemas idênticos aos denunciados pela estudante catarinense, cuja escola tem 632 alunos.

Esse assunto, de tão recorrente, logo perderia o interesse. Isadora Faber conseguiu passar dos 15 minutos de fama não pelos supostos bons serviços prestados à escola, mas pelas profundas desavenças que acabou criando na comunidade escolar. O espaço que começou como um fórum para reivindicar melhorias na estrutura do estabelecimento logo se transformou num tribunal para julgar sumariamente o desempenho dos professores.

A primeira vítima


A primeira vítima do “Diário de Classe” foi o professor de matemática Aloisio José Battisti, que havia sido contratado pela escola, como professor substituto, em 19 de agosto de 2011. No dia 10 de agosto último, quando sua página no Facebook estava pres­tes a completar um mês, Isadora contou que, na aula de matemática, o professor bateu na mesa pedindo silêncio, mas os alunos começaram a imitá-lo, aumentando a bagunça.

Ela começou a filmar a balbúrdia, seus colegas perceberam e alertaram o professor. Os pais de Isadora e de sua colega Melina Santos (que dividiu com ela os primórdios da página) foram chamados à diretoria. Segundo relato da própria Isadora, a diretora disse que nada tinha contra a página das alunas no Face­book e só pediu que fosse retirado o vídeo para não expor a imagem do mestre. Mas a Secretaria Municipal de E­ducação de Florianópolis — num primeiro sinal de completo despreparo – afastou de imediato o professor.

Quem conhece a educação brasileira, especialmente a educação pública, sabe que a disciplina deixou de ser um atributo decorrente da autoridade institucional da escola para se tornar mera dádiva dos alunos. Se eles resolverem anarquizar a escola, só Deus para impedir. O Estatuto da Criança e do Adolescente faculta ao aluno fazer o que bem entender, inclusive espancar o professor, como frequentemente acontece e fica por isso mesmo.

Hoje, só se consegue alguma ordem na escola com o aliciamento dos alunos indisciplinados, seja por meio da autoridade amiga de um professor carismático, seja por meio de regalias propiciadas pela direção da escola aos alunos infratores, a exemplo do que as autoridades prisionais costumam fazer com o PCC e o Comando Ver­melho. E se o professor é um subs­­tituto, com pouca experiência e conhecimento dos alunos, torna-se ainda mais difícil obter disciplina. Mesmo na rígida es­cola primária do passado, as classes costumavam ficar de pernas para o ar sob a regência um professor substituto.

Por isso, a Secretaria de Educação de Florianópolis foi precipitada ao demitir o professor Aloisio José Battisti já no dia 30 de agosto, menos de 20 dias depois da postagem de Isadora Faber.

O professor Battisti é graduado em matemática pela Universidade Federal de Santa Catarina e, como requisito para a conquista do diploma, apresentou em 2002 a monografia “Equações Diferenciais Apli­cadas em Escoamento de Flu­ídos”, com 54 páginas, sob a orientação do professor Sergio Eduardo Michelin, mestre em Física pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutor em Química pela Universidade Fe­deral de São Carlos, com dezenas de artigos científicos publicados, inclusive em revistas internacionais.

Se para avaliar um professor, o celular de uma única adolescente vale mais do que o mestrado e o doutorado de duas grandes universidades federais, então para que gastar dinheiro com pós-graduação? Que se fechem as instituições de ensino superior do país e se dê um celular para cada aluno vigiar e punir o mestre. Fica mais barato.

Escola dividida
Ao mesmo tempo em que o professor de matemática foi humilhado e demitido pelo celular de Isadora, a Secretaria de Educação de Florianópolis escalou uma verdadeira força-tarefa para consertar todos os estragos apontados pelo “Diário de Clas­se”. Em reportagem do “Fan­tástico” de 2 de setembro, a secretária Sidneya Gaspar de Oliveira afirmou a respeito de Isadora: “É uma criança que está exercendo plena cidadania.

Vejam o que a IMBECIL disse (N.B.): Nós precisamos de muito mais alunos com esse mesmo ideal, com essa mesma atitude”. E na página oficial da secretaria, em matéria publicada no dia 28 de agosto, a secretária classificou como “brilhante” e “saudável” a iniciativa da menina e declarou: “Essa página veio inclusive nos auxiliar no monitoramento da escola. É uma espécie de ouvidoria”. É como se a pasta que administra não tivesse um cronograma de obras e trabalhasse sob a demanda da mídia, insuflada por uma menina de 13 anos.

A irresponsabilidade da secretária de Educação de Flo­ria­nópolis, no intuito de agradar a mídia, chegou a promover a hu­milhação da diretora da escola, Liziane Diaz Farias, que, segundo a mesma matéria oficial, “assumiu a responsabilidade por haver em sua escola uma gestão deficitária”, declarando textualmente: “Eu assumo publicamente que ocorreu fragilidade na administração do estabelecimento. Vamos a partir de agora trabalhar de forma diferente a parte administrativa e a preservação do patrimônio público”.

Se fosse verdade o que a diretora se viu pressionada a dizer, ela teria que ser exonerada. Onde já se viu um gestor público confessar que só descobriu problemas em sua administração e resolveu mudá-la radicalmente depois de alertado por uma criança? A secretária de Educação de Florianópolis, Sidneya Gaspar de Oliveira, teria sido mais coerente se tivesse pedido demissão do cargo e indicado a menina Isadora para assumir o comando da pasta.

Poucos dias depois, as autoridades educacionais perceberam que tinham criado um monstro ao se render às exigências do “Diário de Classe”. A Escola Maria To­mázia ganhou maçanetas novas, mas perdeu a paz. Como não poderia deixar de ocorrer, os professores passaram a se sentir vigiados pela aluna de 13 anos, transformada nos olhos da mídia brasileira a devassar a escola.

O próximo entrevero de Isadora Faber foi com sua professora de português, que, numa atitude condenável, registrou boletim de ocorrência contra a autora do “Diário de Classe”, consolidando ainda mais sua visibilidade nacional. Ao mesmo tempo, Isadora começou a cobrar de um pintor, pai de uma aluna, a pintura da quadra pela qual ele já havia recebido pagamento. Esse caso gerou ameaças de agressão entre os pais das duas alunas, a casa de Isadora foi apedrejada, sua avó acabou ferida e novos boletins de ocorrência, de parte a parte, foram registrados na polícia.

A escola ficou dividida entre os que defendem Isadora e os que a condenam, e a menina vem sendo levada às aulas pelos pais, devido às ameaças que enfrenta. Desde então, a direção da escola vem promovendo atos cívicos com alunos e professores, tentando trazer um pouco de paz para o ambiente de guerra que impera na escola. Surgiram páginas de alunos e funcionários da escola tentando mostrar o que chamam de “outro lado” do “Diário de Clas­se”, às vezes ressaltando aspectos positivos da escola, outras vezes criticando a família de Isadora Faber.

E a Secretaria da Educação de Florianópolis, tentando remendar o estrago, passou a divulgar a boa nota obtida pela escola no Ideb (6,1 pontos), o que a coloca entre as melhores escolas públicas do país.

Tardiamente, a Se­cretaria de Educação tenta fazer o que deveria ter feito desde o início: ouvir e respeitar a comunidade escolar como um todo e não render-se de imediato à visão unilateral do “Diário de Classe”, co­mo se uma menina de 13 anos tivesse a solução para todos os problemas do ensino.

Demagogia de jornalista
Comparando as primeiras postagens do “Diário de Clas­se” com as postagens atuais, percebe-se que de desabafo despretensioso de adolescente, que sonhava com 100 seguidores, como ela mesma confessou ao “Estadão”, a página tornou-se um empreendimento de celebridade, cada vez mais gerido pelos pais de Isadora, o engenheiro agrônomo Christian Faber, dono de uma bem-sucedida produtora de vídeos, e a mãe Diamela Leal Faber. Em 1º de novembro, o “UOL Educação” pu­blicou um excelente perfil da família, assinado por Renan Antunes de Oliveira, em que o repórter conta que os Faber são de origem alemã, descendentes dos fundadores da fábrica de lápis Faber-Castell. Para a estratificação social petista, que considera classe alta quem ganha acima de R$ 1.019, a família de Isadora é simplesmente milionária: tem ampla casa na praia com piscina e a mãe tem um Mercedes Benz na garagem. Classe mé­dia alta, para os padrões reais, não petistas.

Segundo o perfil do UOL, o pai de Isadora “parece ressentido com a falta de retorno financeiro da aventura da filha”: “Jamais ganhou um tostão” — diz. Mas, além da fama, ela ganhou um curso de inglês e um notebook novo, doado por ninguém menos do que o jornalista Gilberto Di­menstein — que nunca perde a chance de fazer demagogia politicamente correta com a educação. Com isso, o idealismo de Isadora vai sendo gasto indevidamente por terceiros. Não é papel de criança ou adolescente brigar por me­lhorias estruturais e pedagógicas em escola, até porque lhes falta experiência de vida para tanto. Quem deve corrigir os problemas do mundo de hoje são os adultos. No tempo de seus pais, a criança deve é estudar; caso contrário, quando se tornar adulta, ela estará despreparada para resolver os problemas de seu próprio tempo.

As primeiras postagens do “Diário de Classe” apresentam um português ruim para uma aluna de 13 anos que está quase entrando no segundo grau e ainda por cima quer ser jornalista. Mesmo descontando a inegável culpa da pedagogia construtivista, que ignora a gramática e não corrige a ortografia do aluno, há erros imperdoáveis em seu texto. Antes da revisão de seus pais no diário (admitida por ela própria quando a iniciativa lhe trouxe problemas), Isadora escrevia “mais” toda vez que queria usar a conjunção adversativa “mas”. Numa postagem de 31 de julho, em que re­preende seus professores, ela incorre três vezes no erro: “Al­guns professores falam que é a pior profissão do mundo, mais se eles ficarem parados da no mesmo porque estão recebendo de qualquer jeito. Por favor se não gosta da profissão muda, mais agora ficar parado encostado na porta só faz com que a nossa vida piore e atrase. Isso sim é ruim ver o tempo passar e saber não vou aprender e vou passar de ano, pra alguns é muito bom mais co­migo não é por ai não, ensina ou muda de profissão. Eu a­cho isso”.

Os melhores alunos nessa idade, com um mínimo de leitura, não costumam incorrer nesse tipo de erro. No caso de Isadora, o erro se torna imperdoável, pois os adultos de sua família têm curso superior. Além disso, como o diário pas­sou a ter mais im­portância na sua formação do que a própria escola, os seus pais têm o dever de exigir esmero na redação do mes­mo, contribuindo para o a­perfeiçoamento de seu português. Caso contrário, a menina pode se julgar maior do que é. A mídia já contribui para isso e seus milhares de leitores também. Isadora tem até uma aluna médica, que está aprendendo com ela como fazer um Facebook semelhante ao “Diário de Classe” só que na área da saúde. Um caso para o Con­selho Federal de Medicina examinar e, no mínimo, advertir a profissional. Quem teria coragem de depositar a própria vida nas mãos de uma médica que, em vez de em­pregar o tempo livre na leitura de tratados científicos, prefere se fazer pupila de uma simples criança?

Em todas as entrevistas de Isadora, nenhum repórter se interessou em saber que livros ela já leu, se tem preferência por algum escritor, se gosta mesmo de escrever ou só se interessa pela pichação das redes sociais. É incrível como essa menina foi transformada em xerife da educação brasileira sem que se dê a menor importância para sua formação. Seu Facebook também não ajuda muito: não vi ne­nhum vestígio de livro por lá. É triste ver a mente de uma criança talentosa ocupada apenas com fotos diárias de merenda e maçanetas quebradas. Os pais de Isadora deviam incentivá-la a tirar pelo menos um dia de folga da militância para postar comentários sobre um livro que está lendo, um poema de que gostou, de preferência sem relacioná-los com as desavenças que enfrenta, como faz com as canções que lhe são enviadas, a exemplo da música “Apesar de Você”, de Chico Buarque, que ela dedicou à direção e à coordenação da escola em que estuda.

Há crianças e adolescentes brilhantes pelo país, alguns disputando olímpiadas internacionais de conhecimento, mas a imprensa pouco se importa com eles. Pre­fere transformar em oráculo uma aluna que se notabiliza pela militância da reclamação, não por culpa dela própria, mas por influência dos adultos que a cercam. Nas redes sociais, uma montagem chega a colocar a menina Isadora Faber ao lado do ministro Joaquim Barbosa, como os dois grandes heróis brasileiros. O risco é que a pobre criança acredite que pode mudar sozinha o mundo e, ao perceber que isso não é possível, se torne mais descrente do que seria se nunca tivesse mergulhado tão profundamente nas mazelas humanas. É natural e muito salutar que todo jovem seja um sonhador e acredite na salvação da humanidade. Mas Isadora é muito mais do que uma simples sonhadora — ela é uma ativista. E estão colocando o peso do país em seus ombros.

Prova disso é que, no início da tarde de sexta-feira, 16, ela postou um agradecimento a toda a polícia de Santa Catarina, em seu nome e no nome de sua família, e conclamou a população a não se omitir e fazer a sua parte pela segurança de todos: “Quem puder ajudar de alguma forma, por favor, não se omita, faça sua parte, denuncie, todos temos que fazer nossa parte, é pra segurança de todos. Tenho certeza que a ordem voltará e esses terroristas serão pegos e devidamente punidos. Confiamos no serviço da Polícia. Muito obrigada mesmo”.
N.B.: Pelo jeito os pais da garota entraram no jogo pra valer.

Será que a família Faber pensa que sua filha menor de idade é governadora dos catarinenses, presidente dos brasileiros ou ministra do STF? Qual a razão de usarem o “Diário de Classe” para tratar de um assunto tão grave, que nada tem a ver com ele?

Essa atitude pode pôr em risco a própria segurança da menina, já que ninguém conhece os limites dos criminosos, a quem ela chama de “terroristas”. A definição é correta (e me alegra saber que os pais de Isadora não pensam o contrário, ficando contra a polícia como faz a imprensa), mas essa declaração não devia estar na boca de uma criança, que precisa ser preservada desse mundo do crime. In­felizmente, apenas oito horas depois, a referida postagem já tinha sido curtida por 4.511 pessoas, compartilhada por outras 297 e recebido 373 comentários, o que estimula a transformação da estudante em celebridade.

Confesso-me constrangido de ter que comentar o caso de Isadora Faber. Ela é quase uma criança e não merece ler ou ouvir críticas de um adulto. Infe­lizmente, dada à sua exposição na mídia, é impossível analisar o caso sem falar dela. Num mundo ideal, justamente para evitar a exposição da filha e da escola, sua família teria parado com o “Diário de Classe”, assim que ele começou a dar problema. Foi o que fez a família da aluna Melina Santos, colega de Isadora, que a ajudava no início das postagens. Os pais de Melina não a deixaram continuar atuando no “Di­ário de Classe”, por entender que isso poderia prejudicá-la. Sem dúvida, um gesto de grande força moral, pois não é fácil renunciar à sedução da mídia. Os pais de Melina são os verdadeiros heróis dessa história, pois souberam dizer não.

A tirania da transparência
O caso do “Diário de Classe” revela uma profunda crise da escola contemporânea, agravada no Brasil por uma legislação que transforma em intocáveis os menores de 18 anos. Certo ou errado, o aluno menor de idade tem sempre razão e pode fazer do professor um refém de suas idiossincrasias. A pedagogia progressista destruiu a hierarquia entre adultos e crianças e um professor já não pode cobrar obediência do aluno — precisa convencê-lo, por meio do diálogo, a aceitar as regras. Como os alunos são 30, 40, 50 por sala e o professor é um só, o mestre está sempre em desvantagem. A maioria das regras de convivência humana não são logicamente explicáveis (se o fossem, seríamos robôs), logo, é impossível fazer com que 50 cabeças diferentes aceitem uma norma apenas através do diálogo. O que seria de uma grande empresa se a cada dia o gerente tivesse que convencer funcionário por funcionário a aceitar as regras que a mantêm? A empresa iria à falência, claro. Assim como a escola brasileira já foi a falência a partir do momento em que a pedagogia progressista igualou aluno e professor, anulando a autoridade do mestre.

A sociedade humana se assenta na divisão do trabalho e a escola é, por excelência, o lugar da divisão do trabalho entre adultos e jovens, em que os primeiros entram com a experiência e os segundos com a disposição para o aprendizado. E, para aprender, além da inteligência, é preciso tolerância, paciência e humildade. Quando uma criança nasce, o destino não a presenteia com os pais perfeitos e, sim, com os pais possíveis e ela tem de aprender a conviver com suas imperfeições. Na escola não é diferente. Se cada aluno se sentir no direito de pegar um celular e sair filmando toda imperfeição de cada professor, não há escola que pare de pé. E não é só a escola — nenhuma instituição se mantém viva se for objeto de semelhante devassa.

Vivendo nesse ritmo, a menina do “Diário de Classe” pode se desiludir muito jovem. O civismo militante cansa a alma. Por isso, a Bíblia recomenda que, em relação às virtudes, uma mão não deve saber o que a outra faz. A escola não pode ser transformada em “re­ality show”, com o assassinato da privacidade através dos celulares dos alunos. A escola tem de ser como a família — um lugar mais íntimo, mais reflexivo, pois as relações hu­manas que se travam nela são complexas, parecidas com as relações entre pais e filhos e entre irmãos. Já imaginaram se os alunos aplicassem aos próprios pais o método que usam com seus professores, relatando em tempo real, os amuos de seus familiares, as pequenas grosserias cotidianas que, mes­mo sem querer, praticamos com os mais próximos?

As instituições, como as pessoas, não sobrevivem sem um mínimo de privacidade. Como diz Caetano Veloso, “de perto ninguém é normal”. Caso a sociedade ache correto todo aluno expor sua escola em tempo real nas redes sociais, então é preciso estender essa medida para todas as demais instituições, como Governo, Parlamento, Justiça, etc.

Nenhu­ma instituição pararia de pé se víssemos, em tempo real, as vísceras de todos, inclusive as próprias. Como a perfeição não existe e nenhum ser humano é puro, as instituições só funcionam quando se sustentam no papel social que exercemos e não no ser humano que somos. E a privacidade existe para isso — não só para proteger nossa individualidade dos ataques do mundo, mas também para preservar o mundo do achaque de nossas idiossincrasias.

Nibiru, O Planeta Perdido



Nibiru (também traduzido como Neberu ou Nebiru), este corpo celeste misterioso, é uma realidade nas manchetes e na esfera do pensamento e da preocupação. Mas, a verdade da sua existência e do que ela representa continua a ser algo obscuro. Algo que transita entre o conhecimento científico e mitologia antiga renascida na pós-modernidade, uma lenda cósmica.


Há milênios, muito antes do escritor e filólogo de línguas mortas Zecharia Sitchin ter ressuscitado seu mito, cada cultura da Terra tem se referido a ele com um nome diferente e entendido sua natureza cosmológica de forma diferente, ora como um planeta, ora como um enorme cometa.

Quem é o Planeta X?
De acordo com a interpretação que Sitchin faz da cosmologia suméria, haveria um planeta desconhecido de nossa ciência que segue uma órbita elíptica e demorada, passando pelo interior do Sistema Solar a cada 3.600 anos. Este planeta chamar-se-ia Nibiru (associado ao deus Marduk na cosmologia babilônia). Segundo Sitchin, Nibiru teria colidido catastroficamente com Tiamat, outro planeta hipotético, localizado por Sitchin entre Marte e Júpiter. Esta colisão supostamente teria formado o planeta Terra, o cinturão de asteroides, e os cometas. Tiamat, conforme descrito no Enuma Elish, o épico da Criação mesopotâmico, é uma deusa. De acordo com Sitchin, contudo, Tiamat era o que é agora conhecido como Terra. Quando atingido por uma das duas luas do planeta Nibiru, Tiamat teria se partido em dois. Numa segunda passagem, o próprio Nibiru teria atingido os fragmentos e metade Tiamat tornar-se-ia o cinturão de asteroides. A segunda metade, novamente atingida por uma das luas de Nibiru, seria empurrada para uma nova órbita e tornar-se-ia o atual planeta Terra.


O cenário delineado por Sitchin, com Nibiru retornando ao interior do Sistema Solar regularmente a cada 3.600 anos, implica numa órbita com um eixo semi-principal de 235 unidades astronômicas, estendendo-se do cinturão de asteroides até 12 vezes mais distante do Sol que Plutão.



Os muitos nomes de Nibiru
De fato, esse mítico astro tem mais de uma dezena de nomes pelos quais foi mencionado e/ou profetizados em textos que pertencem à literatura de variadas correntes de pensamento.

1. Os cientistas chamam de "Planeta X" 
2. ou de  "10º Planeta".
3. Para o sumérios, é Nibiru.
4. Entre Babilônios, Marduk, o Rei dos Céus, o Grande Corpo Celestial.
5. Entre os egípcios é Neteru
6. ou Seth
7. ou Apep (Apophis)
8. Estrela Baal
9. Celestial Quetzalcoatl ou Tzoltze ek para os Maias.
10. No texto bíblico aparece como Ajenjo ou, como no Apocalipse (ou Livro das Revelações do apóstolo João)
11. Absinto.
12. Os mórmons chamam Kolob.
13. Na Bíblia Kolbrin, é O Destruidor.
14. Os Espíritas, reconhecem nele o Planeta "Chupão", purgatório ou purificador da Humanidade.
15. Na cultura dos nativos norte-americanos Hopi é a Estrela Azul e Vermelha.
16. Para os hebreus, na Antiguidade, o Globo Alado
17. ou o próprio Yahweh (Jeová).
18. Para os Fenícios, A grande Fênix.
19. Os gregos chamaram-no Tiphon
20. ou, ainda Nêmesis.
21. Na tradição chinesa é Gung-gung, o Grande Dragão Negro e Vermelho.
22. Na profecia Ramala (Ramallah, profecias de Qur'an ou dos Manuscritos do Mar Morto)
22. é mencionado como o Mensageiro Ardente.
23. Os Gnósticos chamam-no Hercóbulos.
24. No Evangelho de Mateus (24: 15-16), é atribuída a Jesus a advertência:

“Quando virdes o (23.) abominável devastador, que foi predita pelo profeta Daniel, posta no lugar santo – o que lê entenda – então os que se acham na Judéia, fujam para os montes. Mateus. “(24: 15-16)



25. Também Nostradamus, em suas profecias refere-se a este visitante terrível: ele é O Grande Rei do Terror, O Monstro ou O Novo Corpo Celeste, como, por exemplo, nas quadras abaixo:

“Quando o sol ficar completamente eclipsado;
O monstro será visto em pleno dia;
mas o interpretarão de outra forma.
Não serão tomados cuidados: ninguém irá prevê-lo.
(Nostradamus, cent. III, quadra 34 Apud WEOR)

A Lua, devido ao novo corpo celeste, aproximar-se-á da Terra e seu disco aparecerá 11 vezes maior que o Sol, o que provocará grandes marés e inundações.”
(Nostradamus, cent. IV, 30 - idem)

O Planeta dos Deuses


De acordo com os estudos de Sitchin, as antigas placas cuneiformes sumérias descrevem Nibiru como sendo o lar de uma raça extraterrestre humanóide e tecnologicamente avançada chamada de Anunnaki (chamados Nefilim da Bíblia). Ele afirma que eles chegaram à Terra pela primeira vez aproximadamente 450.000 anos atrás, em busca de minérios (especialmente ouro), descobertos e extraídos na África.



Esses "deuses" eram os militares e pesquisadores da expedição colonial de Nibiru ao planeta Terra. Assim, os Anunnaki geraram o Homo Sapiens através de engenharia genética para serem escravos e trabalharem nas minas de ouro.

Essa criação teria sido dada através do cruzamento dos genes extraterrestres com os do Homo Erectus. Inscrições antigas relatam inclusive que a civilização humana da Suméria foi estabelecida sob a orientação dos "deuses", e a monarquia humana foi instalada a fim de prover intermediários entre a humanidade e os Anunnaki. 


DNA de uma Deusa



Em agosto de 2002 o Museu Britânico em Londres revelou caixas não abertas encontradas no porão do museu da época, de Woolley, contendo esqueletos das Tumbas Reais de Ur de uma deusa rainha, depois descoberta como Ninpuabi, filha de NINSUN (anunnaki) + LUGALBANDA (semi-deus anunnaki), sendo Irmã mais nova de Gilgamesh.

Procurando saber se haveria planos para examinar DNA nesses ossos, Sitchin entrou em contato com o museu. 

Educadamente foi informado de que não havia planos para tal. Através de petições ao museu, o mesmo desejava fazer o mapeamento genético da deusa e compará-lo ao humano, mostrando assim nosso parentesco extraterrestre. 

Por muitos anos Sitchin tentou realizar o sequenciamento genético da “Deusa de Ur”, sendo sempre negado, sem nenhuma explicação ou justificativa, até seu falecimento em 2010. O projeto nunca foi retomado, por nenhum de seus seguidores ou outrem.

12º Planeta
A perspectiva da "colisão planetária" por Sitchin tem ligeira semelhança com uma teoria levada a sério por astrônomos modernos - a teoria do impacto gigante sobre a formação da Lua há cerca de 4,5 bilhões de anos por um corpo chocando-se com a recém-formada Terra.

Como na tese anterior de Immanuel Velikovsky em "Worlds in Collision", Sitchin afirma ter achado evidências de antigos conhecimentos humanos sobre movimentos celestes desgarrados em diversos relatos míticos. Estas teriam ocorrido durante os primeiros estágios da formação planetária, mas entraram para o relato mitológico através da raça extraterrestre que supostamente evoluiu em Nibiru após estes choques.

Sitchin baseia seus argumentos em suas interpretações pessoais de textos pré-nubianos e sumérios e no selo VA 243. Ele afirma que estas civilizações antigas tinham conhecimento da existência de um décimo segundo planeta.

Um ciclo de destruição



É grande a variedade de denominações e menções para um misterioso astro que periodicamente aproxima-se da Terra provocando cataclismos naturais. Tal antiguidade das referências a esse mito, indicam, no mínimo, que existe alguma verdade nos relatos, não acham?

À proximidade deste corpo celeste é atribuída a força que desencadeia catástrofes globais que foram registradas nas crônicas de muitos povos da Antiguidade. Entre estas, talvez as mais conhecidas sejam as histórias dos Dilúvios, "destruição do Mundo" pelas águas: o Mesopotâmico Gilgamesh e sua reprodução hebraica, o Dilúvio de Noé.

Na “Antropogênese da Doutrina Secreta” de H. P. Blavatsky, existem vários trechos que falam desses desastres globais que mudam radicalmente a face Terra alterando a configuração dos continentes (das terras emersas) e aniquilando civilizações inteiras.

As informações que essa teósofa reúne em sua obra fazem parte de tradições milenares, oriundas das mais diversas culturas e nações do planeta. Em um desses trechos, Blavatsky reproduz o quê denomina de Estância II ou Capítulo II dos Livros de Dzyan, falando de uma época muito anterior ao surgimento da espécie humana:




“A roda girou por trinta crores mais. Construiu rupas; pedras moles que endureceram; pedras duras que amoleceram. O visível do invisível... Pequenas vidas... Ela os sacudia de seu dorso... “ (BLAVATSKY, 2001 - p 67)

Tradução:
30 CRORES = 300 MILHÕES DE ANOS
RUPAS = FORMAS, CORPOS
PEDRAS MOLES QUE ENDURECERAM = MINERAIS
PEDRAS DURAS QUE AMOLECERAM = VEGETAIS

Blavatsky esclarece: Esta parte refere-se a uma inclinação do eixo [da Terra] - e houve várias...

Outros autores referem-se ao mesmo episódio documentado em registros da Antiguidade:

“Como outros povos da América Média, os Mexicanos pensavam que vários mundos sucessivos tinham precedido o nosso. Cada um deles tinha se desmoronado em virtude dos cataclismos durante os quais a humanidade perecera."

Foi essa idéia que dominou o mito dos "Quatro Sóis" do calendário cosmogônico, assim como as narrativas do Popol Vuh. Segundo o etnólogo Raphael Girad, esta obra é o documento mais antigo da humanidade. É anterior ao Rig Veda e ao Zend Avesta, e afirma que nosso planeta já sofreu vários "fins de mundo".


Um dos papiros papiros Harris – (Egito) fala de um cataclismo cósmico através da água e do fogo durante o qual o sul tornou-se norte, porque a Terra fez uma reviravolta. O papiro Ipuwer (Papiro de Ipuur ou Papyrus Leiden I 344, Egito) indica, assim como o papiro Hermitage , esta inversão dos pólos.

O Fim do Mundo?
Considerando que a geologia comprova o fato de que a Terra já passou por várias convulsões que, para seus habitantes, homens, plantas, animais, pareceram ser, realmente, o Fim de Tudo, é inevitável admitir que tais fenômenos foram desencadeados por algum fator.


Algo causou e causa essas revoluções telúricas periódicas. Se o eixo da Terra se inclina, necessariamente uma influência extraterrena atua para que isso aconteça. Assim sendo, não é absurdo supor que um evento cósmico é o catalisador desses fenômenos devastadores.

A aproximação cíclica de um corpo celeste de dimensões significativas, do ponto de vista da força gravitacional, cuja passagem ocorre regularmente, sendo tais passagens intercaladas por longos intervalos de tempo, milênios, isso ̶ seria mais que suficiente causar estes míticos "Fins de Mundo". 

O que faremos, então?
É surpreendente que a 1º civilização consolidada na história da humanidade tivesse conhecimento de todos os planetas do Sistema Solar. Eles conheciam até mesmo os longínquos Netuno e Plutão (só descobertos recentemente pelos astrônomos, devido ao aperfeiçoamento dos telescópios modernos). Ora, se os Sumérios acertaram em todos os outros planetas, por que não estariam certos sobre Nibiru?

Infelizmente, nada podemos fazer a não ser monitorar o céu e torcer para que as interpretações estejam equivocadas. Afinal, se um evento de magnitudes cósmicas como este for confirmado, de nada adiantariam as lamentações.

Restará à espécie humana reconhecer a insignificância de sua realidade e de seus corpos físicos, diante da dinâmica do Universo. Só restaria reconhecer que o Universo não pode e não vai deter as interações necessárias de suas forças em função do sofrimento que isso pode causar aos habitantes deste ou daquele planeta.


Talvez seja tudo questão de tempo, afinal o Universo tem suas próprias regras e mais cedo ou mais tarde a Terra e tudo que nela vive serão destruídos de qualquer forma. Restando apenas a memória de nossos feitos e o exemplo de nossas atitudes, tanto boas quanto más.

Vamos esperar, e torcer.


Fonte: http://aborigine42.blogspot.com.br/2012/11/nibiru-o-planeta-perdido.html